Sete gerações de sondas semi-submersíveis

1. Capa


Tradução: Pedro Gabriel | Fonte: Stephen Peterson

As semi-submersíveis são os trabalhadores braçais das águas profundas

As semi-submersíveis, ou “semis“, são dos tipo de sondas flutuantes mais velhas e mais amplamente utilizadas pelo mundo, parcialmente devido à sua flexibilidade a uma grande variedade de propósitos. Esse tipo de sonda se originou nos anos 60 e sua construção acelerou a partir da segunda metade do século 20. Diferente das sondas do tipo fixas, as capacidades das semis mudaram significativamente no passar dos últimos 70 anos, onde grandes partes desses avanços se converteram na capacidade de operação em lâminas d’água cada vez maiores.

As primeiras semis operaram em lâminas d’água de apenas 500 pés e atualmente flutuadores estão sendo construídos para 12.000 pés. Pelas semis terem sido um marco para a inovação da perfuração offshore e devido à sua rápida evolução de especificações, elas são frequentemente descritas em gerações. Numa regra geral, cada geração pode ser pensada como uma década de construção de sonda e estamos atualmente vendo sondas de sétima geração sendo construídas. Upgrades ocasionalmente elevam as sondas para a categoria da próxima “geração”, mas idade é uma variável chave.

Nesta galeria vamos fazer uma viagem no tempo, observando exemplos e documentando as características das semis de cada geração.

 Clique nas fotos para conhecer mais sobre cada semi:



 

De fato progredimos muito desde as sondas de 1ª geração, que suportavam uma tripulação de 100 e operavam em lâminas d’água abaixo de 1.500 pés….

7 comentários em “Sete gerações de sondas semi-submersíveis

  • Pingback: Conheça a sonda semi-submersível Maersk Developer | TecPetro

  • 24/04/2015 em 18:06
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    Eu graças a Deus ja tive a oportunidade de trabalhar nesta empresa, e olha que não foi pouco tempo não, foram exatamente 10 anos na ,MAERSK PIONEER, uma das melhores empresas que aqui no Brasil tiveram. Com muito orgulho quem sabe não volte a trabalhar novamente? e eu aceito.

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  • Pingback: Máquinas Extremas: SS Erick Raude | TecPetro

  • 01/07/2015 em 17:48
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    Já trabalhei nos diversos tipos de sondas das mais convecionais até as mais modernas e com sistemas Hi-tec,porém há os prós e contras pois as mais antigas se ganhávamos mais tempos e o serviço era de forma entrosado,mas temos que admitir que com a modernidade perdemos em agilidade mas ganhamos em segurança. Então podemos dizer hoje que evoluímos muito pois deixamos de ganhar tempo quando perdemos vidas deixamos um turno de trabalho com um sentimento de perda seja de qual forma for. Evoluímos sim….Agora temos que pensar no futuro e o qye dizer do futuro? Meio ambiente! Sim temos que pensar em extrair petróleo mas temos que deixar um bom legado para nossos filhos e netos. Do adianta tirar o nosso sustento hoje e não deixar um mundo sustentável para eles. Vamos cuidar do que é nosso… o planeta Terra!

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